Em
tudo há a pulsação que nos move, que nos faz sentir visível aos sentimentos a
explodir dentro do peito. Todos os dias ao acordar, tomo conhecimento dessa
explosão e inerte me calo nos escombros da paixão que me envolve e me leva ao
teu lado. E neste momento toco seu rosto, a pele amorenada do teu rosto e você
se estremece ao sentir o meu toque, se estremece e se encolhe sem saber o que
lhe acontece. Não posso dizer sou eu, pois mesmo que o dissesse você não me
ouviria. Fazer o que se limitado sou sem força para que me veja e me entenda.
É
isso... ou, não é?
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