quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.511(2020)

         

            Bom dia. Não consigo acordar mais cedo. Droga! E nesse acordar mais tarde fico com o tempo curto e com o tempo curto não dá para visitá-lo inconscientemente, pois os afazeres poucos, é verdade, me preenche os instantes milimétricos da minha vida. No entanto, sei que mesmo não sabendo, você espera minha visita, espera o meu toque em seu rosto amorenado, espera que a pele se arrepie e se indaga: o que é isso, você pergunta e sente a paz invadi-lo, sente a tranquilidade, mesmo não sabendo o que lhe acontece, você sabe que é amado.

            É isso... ou, não é?

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.510(2020)

          

            Em tudo há a pulsação que nos move, que nos faz sentir visível aos sentimentos a explodir dentro do peito. Todos os dias ao acordar, tomo conhecimento dessa explosão e inerte me calo nos escombros da paixão que me envolve e me leva ao teu lado. E neste momento toco seu rosto, a pele amorenada do teu rosto e você se estremece ao sentir o meu toque, se estremece e se encolhe sem saber o que lhe acontece. Não posso dizer sou eu, pois mesmo que o dissesse você não me ouviria. Fazer o que se limitado sou sem força para que me veja e me entenda.

            É isso... ou, não é?

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.509(2020)

     

            A música vibra as células de ondas carregada de emoções. E essas células emotivas viajam até onde você pode estar. Toca tuas células que se emotiva sem ao menos saber o que estou ou não fazendo neste momento. E quererá você entrar na mesma emotividade que eu? É o que frequentemente me pergunto ao universo. Se ele me responde não sei, ainda não aprendi a captar suas respostas. Portanto fico nessas palavras carregadas de ritmo seguindo a canção.

            É isso... ou, não é?

domingo, 27 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.508(2020)

         

            Silencio das palavras. E caímos no vazio desse silencio afoitos pelo carinho um do outro. Afoitos em estarmos os dois no mesmo espaço tempo interagindo sincronicamente entres beijos e afagos. Éramos o eu e o eu como um conjunto de silêncios a nos levar a roldão numa avalanche de sentimentos que naqueles instantes não sabíamos as consequências, e queríamos saber delas? Não, não queríamos tanto é que hoje estamos no silencio do espaço que nos separa fisicamente.

            É isso... ou, não é?

sábado, 26 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.507(2020)

         

            É deixamos de dizer um ao outro muita coisa, não é? E, no entanto, sentíamos a atração unindo os dois. Você não expressava em palavras essa atração, sentíamos apenas e, quietamente nos entregávamos a ela como o sedento a água. Assim, foi por anos no silencio das palavras.

            É isso... ou, não é?

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.506(2020)

        

            Ne me quitte pas. Não me deixes. Já dissemos um para outro: Não me deixes? Não né. Então como podemos nos amarmos? Ou melhor, como posso dizer que tem amo se nunca dissemos um ao outro: Não me deixes. Ou realmente te amo ou realmente não te amo. Como se explica isso? Não tem explicação, não tem que se preocupar com essa dor no peito que como tsunami invade a praia levando de roldão tudo o que encontra pela frente. Não tem, se entregue a esse fogo e se queime até o derradeiro final.

            É isso... ou, não é?

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.505(2020)

         

            O amor, ah! amor, onde estás que não responde? Onde se esconde essa força que move as pessoas, que as leva a praticar absurdas atitudes, que feito asno perdido no pasto, gesticula atarantado parecendo palhaço em picadeiro. Amor, você existe? Faz parte da minha vida? És a água que me mata a sede? És o alimento que mata a fome? És o ar que respiro? Não, não é, e assim mesmo vivo ou, melhor dizendo, sobrevivo como naufrago agarrado ao objeto de madeira para não afogar.

            É isso... ou, não é?

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.504(2020)

    

            Creio que devemos sanar todas as doenças, tanto a física como a espiritual e, principalmente a doença mais terrível do planeta: o amor. Não o amor incondicional, mas o individual, o que é voltado para uma só pessoa, para aquilo que os malfadados românticos acreditam, tornemos um só, venceremos o mundo, ou melhor, criamos o nosso mundo, sou você e você é eu, seremos um só e outras baboseiras poéticas. Legal, bacana, estupendo, magnifico podemos dizer, mas isso só serve quando se ama e se é amado, quando se ama e não se é amado tudo isso é mera patifaria sem sentido.

            É isso... ou, não é?

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.503(2020)

       

            Há uma doença em mim que me crava ao chão das dúvidas infinitas. Não, não estou doente, diferente em ter uma doença, e essa doença chama-se você. Talvez, alguém insano poeta já tenha dito isso, o que não me faz plagiador ou mero copista de coisas já escrita. Portanto, se você não sabe estou, por causa dela, constantemente ao teu lado, fato que lhe é desconhecido, onde você caminha, onde você com o seu belo corpo ocupa espaço lá estou ao teu lado. Você não vê, eu te vejo e é o que me importa. Você não vê por que você não se importa se estou ou não ao teu lado, não é?

            É isso... ou, não é?

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.502(2020)

         

            O que eu digo não se deve levar ao pé da letra, apesar que não sei se a letra tem pé, mas como diz o dito popular, morre o homem fica a fama, no entanto fama não tenho nenhuma muito menos a cama e olhe que posso é ficar na lama, mesmo assim não me importo sigo o caminho de pedras por conhece-las e sei também que sozinho ficarei o que é pior, porém, ah! porém minha fraqueza me protegerá das pedradas.

            É isso... ou, não é?

domingo, 20 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.501(2020)

         

            Imagens e silêncios corroendo o dentro de tudo que existe. Você não está onde estou e não estou onde você está. Assim, vivemos desespero que nada diz um ao outro. Vivemos no caminho de cada um perseguindo o nada que não nos envolve, mas, que sentimos ou não. Um punhal leva perigo a carne podendo feri-la no sangue quente a entumecer a pele. No entanto, seguimos nesse perigo, nesse desejar o indesejável a espera de viver o amor pleno.

            É isso... ou, não é?

sábado, 19 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.500(2020)

       

            Onde está a tranquilidade que sempre tive, isto é, tenho-a ao meu lado. Amorfa, silenciosa prende os dedos nas teclas pretas como prisioneiras de um destino que não seja outro além de obedecer. Dedos que nada fizeram além de digitar. Dedos que não passeiam por uma pele aveludada de um ventre entumecido de desejos. Que ásperos sentem a rigidez da pele enrugando as digitais que não mudam, permanecem constantemente vivas a me identificar. Posso estar onde estiver, posso querer o que quiser, levo você comigo tranquilidade que não sei onde encontrá-la.

            É isso... ou, não é?

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.499(2020)

         

            Não me preocuparei com mais nada.

            É isso ... ou, não é?

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.498(2020)

       

            Minha colheita nesses tempos de vírus é fraca, não consigo encher nem uma caneca ou um copo. Não há como encher o paiol de boas palavras que com conteúdo possam codificar os anseios e incertezas a corroer o âmago. Definha a carne ao peso do movimento do tempo. Embrutece o olhar no longínquo horizonte numa espera inútil. Ele não vem e não virá, mesmo se espera, sempre surge uma pequena luz de esperança.

            É isso... ou, não é?

 

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.497(2020)

        

            O amor esquiva-se na dobra do tempo.

Se esconde nas fibras da paixão.

Onde está que não sei.

Se revela, me liga, vamos conversar.

É isso... ou, não é?

 

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.496(2020)

         

            Não sei expressar sentimentos. Tento, escrevo palavras tortas, esquisitas, fracas, sem conteúdo para logo em seguida apagá-las. Mas, escrevo por alguma razão...  eu te amo.

            É isso... ou, não é?


segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.495(2020)

     

            É... é isso ou aquilo, é assim ou assado, é dessa maneira ou daquela maneira, é... é estamos sempre dentro dessa máxima de ser e não ser, de queremos e não queremos. Acho que devemos eliminar a segunda parte aquilo, assado, daquela maneira e ficarmos só é isso, é assim, é dessa maneira e gritar bem alto: FODA-SE. Quem consegue essa proeza está a um passo da libertação, a um passo de ser iluminado.

            É... ou, não é?

domingo, 13 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.494(2020)

         

            Sinto-me perdido. Não há como me salvar. Aliás, há um modo como me salvar, depende somente de mim. E quero ou melhor, preciso me salvar? Ou devo continuar-me perdido? Nesse meandro de fios invisíveis que não sei controlá-los a inercia irrompe assustadoramente. Não posso permitir-me a fraqueza. Se ao menos você me ouvisse... não vou forçar a fazer o que não quer, não sou de pressionar, se quer fazer que faça, se não quer não faça. Acho melhor tomar um café, fritar um ovo e tocar o barco se não ele afunda.

            É isso... ou, não é?

sábado, 12 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.493(2020)

        

            Merda de novo não acordei mais cedo, esse confinamento está me fazendo agir num modo descontinuo, descontrolado, ah! Olha aí lembrei, tomar o remédio merda! Sou contra remédio, tomo se estritamente necessário, não quero ficar dependente de comprimidos como vejo meu cunhado e meu primo, chegam a tomar uns dez comprimidos por dia. Eu até pouco tempo não tomava nada, mas tive uma dor no braço esquerdo por uns cinco dias que minha filha me levou ao cardiologista que me prescreveu um mapa do coração, e lá fui eu ficar com um aparelho medindo minha pressão e deu que tenho pressão baixa ou sei lá o que, agora tenho que todos os dias tomar dois comprimidos para controlar a dita cuja.

            É isso... ou, não é?

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.492(2020)

        

            Bom dia ou quase boa tarde. São onze horas e quarenta e quatro minutos. Merda! Não consegui levantar-me mais cedo. E olha que coloquei o celular para tocar em dois tempos, um a sete horas e outra as oito horas e nem nenhum dos dois tempos acordei. Merda!

            É isso... ou, não é?

 

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.491(2020)

        

            Bem... bom dia. Timidamente o sol parece que vai por as caras. Hoje levantei-me cedo para colocar a roupa para lavar, portanto, o sol tem que por as caras para secar a roupa. Apesar que no inverno bate pouco sol nessa casa. Isso deixa-a fria demais. No quintal ele bate apenas no muro e assim mesmo um filete de sol que nem chega nas suculentas. E na frente lá pelas dez ou onze horas, no lado direito surge uma réstia de luminosidade e, só a tarde, depois das três é que o sol se esparrama por quase toda a área e as cinco horas ele some. Portanto, essa casa é uma geladeira. Mas vamos que vamos que o trem logo vai sair e não devemos perder tempo com lamúrias.

            É isso... ou, não é?

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.490(2020)

 

       

            Domingo. Sol. Um pouco de vento. Prenuncio de chuva? Vai saber. A música invade os ouvidos dos móveis saindo pela boca da janela e inundando a vila de acordes sonoros que talvez nem todos gostem. Mas é a vida e a humanidade tem que continuar e, uma vida sem música não é vida. Portanto dane-se quem não goste, foda-se para quem se acha incomodado, não vou viver e nem vou ficar sem ouvir minhas músicas por causa dos moradores da vila. É ou, não é?

            É isso... ou, não é?

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.489(2020)

 

        

            O celular tocou. Atendi:

            — Alô.

            A pessoa, voz de mulher foi perguntando:

            — Conhece Maria Madalena?

            — Sim, conheço.

            — Poderia dar um recado a ela?

            — Vai ser difícil.

            — Por quê?

            — Faleceu já faz um...

            Desligou. Não esperou eu terminar a frase.

            Tia Mada, não sei se tinha o Maria antes de Madalena, nunca procurei saber, no entanto, ninguém a chamavam de Madalena, era somente Mada. Apenas o marido, o seu Francisco, o Tio Chico a chamava de Madalena. E nesse relembrar caiu a ficha. Não tenho mais nenhum tio e nem tia, todos falecidos. E olhe que eram bastante, tanto do lado do meu pai como do lado da minha mãe, ao todo mais ou menos vinte ou quase trinta tios. Não me recordo quem foi o primeiro a ir, sei que a tia Iolanda, irmã do meu pai foi a última. Agora somos apenas os primos e filhos dos primos e tendo alguns partidos no trem azul.

            É isso... ou, não é?

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.488(2020)

        

            O que devo fazer hoje? O mesmo de ontem. Viver e agradecer. Mas, falando sério, o que devo fazer hoje? Ontem disse que hoje lavaria a roupa. Já não vou fazer, levantei-me tarde, mais de dez horas, então disse, deixarei a roupa para lavar amanhã. Esse confinamento está me deixando com cacoetes, esse negócio deixe para amanhã que tenho bastante tempo faz com que procrastine as coisas.

            Sexta feira, um martelo martela em algum lugar que seu som vença o som da música dos Mutantes numa versão de Chão de estrelas.

            É isso... ou, não é?

domingo, 6 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.487(2020)

 

            Impaciente. Passei a noite toda e a madrugada sem dormir e, agora, com os olhos ardendo, sono, não consigo parar em nenhum lugar. Deito-me, levanto-me, ando de um lado para o outro, teclo logo paro, tudo me incomoda. Merda.

            Frio. Choveu. Estou com duas blusas e o vizinho passa apenas de camiseta como se estivesse em pleno verão. Merda.

            É isso... ou, não é?

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.486(2020)

         

            Perguntei ao Fael Vasc qual gravação da Elis Regina que ele mais gostava.

            — Pergunta difícil, me respondeu.

            Realmente, pergunta difícil. Elis não tem uma gravação sequer péssima ou ruim, talvez, algumas boas, ótimas ou excelentes. Essa variação de qualidade não é por sua interpretação, e sim, pela qualidade da música ou letras que nem sempre são excelentes. Em todas há a excelente interpretação da Elis, mesmo nos seus primeiros discos onde interpreta umas baladas sofríveis são boas. Mesmo em Alô, alô Marciano sua interpretação vai além da música e letra.

            — Escolho Atrás da porta, me disse.

            Ótima escolha. Música e letra onde Chico conseguiu transmitir um fim de relacionamento sofrido, dolorido. Talvez, ao escolher essa gravação lhe tenha vindo a mente o especial da Globo onde ela extrapola na interpretação chegando a chorar. Na informação de João Marcelo fazia pouco tempo da sua separação de Camargo Mariano e, ele estava na plateia a convite da cantora, portanto, um motivo para tamanha interpretação. Ao responder à pergunta de Fael qual seria a minha preferida eu disse:

            — Aos nossos pais.

            Apesar de gostar muito de Retrato em branco e preto, fico com essa gravação, pois, além de excelente interpretação a música e a letra são uma obra-prima.

            É isso... ou, não é?

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.485(2020)

  

            Bom dia.

            “Sem o teu amor não sou ninguém.”

            Frase poética sem dúvida. Mas falsa. Não preciso do teu amor para ser alguém, o meu amor por mim mesmo me basta para eu ser alguém. Claro, se eu tiver o teu amor ao meu lado o caminho que terei de caminhar será mais suave, mas isso não quer dizer que sem ele não o conseguirei. Conseguirei sim, talvez mais difícil, mais longo será o trajeto, mas conseguirei. Não preciso de amor de ninguém para que eu seja alguém.

            É isso... ou, não é?

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.484(2020)

         

            Bom dia.

            O dia amanheceu sendo dia mesmo. Barulhento, martelo pregando não sei o que, serras serrando algo, motor zunindo sua potência, latidos de cachorros, palmas em algum portão, sons que caracterizam o dia como dia. E a humanidade continua no seu giro de sempre com a individualidade estampada nos gestos diários. Somos o que somos, indivíduos que nos preocupamos com o que nos acontece esquecendo-nos que não somos só nós que estamos nessa vida. Esquecendo-nos que somos apenas onda e não matéria, que somos irmãos, se você sofre eu também sofro, se você passa fome eu também passarei fome, mas quem quer saber disso. Eu quero saber da minha vida tão somente, é o que dizem os rostos estampados nas filigranas da vida.

            É isso... ou, não é?

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.483(2020)


     

            Bom dia.

            Percorro o silêncio da palavra que está na palavra do silencio. E me direciono todos os dias numa inquietação de querer o intangível. E nesse querer parado fico sem saber o que fazer. Isso me torna cada vez pior, me torna um impotente diante dos desejos. Crio uma fraqueza me debilitando os movimentos. Chego ao ponto de querer a solidez de uma estátua, a frieza dos punhais, o perigo de sentir o quente sangue escorrer na pele enregelada. E no entanto, sorrio e vivo cada dia o impossível.

            É isso... ou, não?

Vazia.

                                            Vazia. A minha mente está vazia.Vazia.Vazia.Tanta coisa as quais posso escrever e nada me vem à ...