quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.524(2020)

          

                        Domingo de um sol ameno que começa se impor e expulsar o frio.

                        A formiga maior que o leão e o elefante, foge com medo de ser esmagada. Seu subconsciente lhe diz que eles são os predadores, eles que são a força destruidora a esmagá-la, mesmo que seja ela maior que os dois, portanto seu instinto diz para fugir. E por sua vez o leão e o elefante na sua pequenez ainda não percebida, avança para cima da formiga, porque sabem que ela está abaixo deles na cadeia alimentar, não percebem o tamanho dela. Assim, ficam por vários minutos nesse embate, até que num estalo os três percebem o absurdo e a história se inverte. A formiga passa a persegui-los e eles, o leão e o elefante fogem desesperadamente. Cansados desabam no chão arenoso e se entregam ao destino. A formiga chega perto deles, com seu ferrão pica um pedaço da carne do leão e engole, faz uma cara feia e cospe o pedaço da carne do leão, em seguida pica um pedaço da carne do elefante, faz uma cara feia e cospe a carne do elefante. Entediada, olha para os dois apavorados e aplica um piparote lançando-os longe e vai embora. O leão e o elefante olham um para o outro e começam a dançar, até que ao verem o absurdo da situação, param de dançar e uma vai para a esquerda e outro vai para direita.

                        É isso... ou, não é

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