Contente
rapaz, estou contente, contente por saber que você está em algum lugar dessa
grande cidade, contente por te amar e saber que vivemos na esperança de sermos
o infinito de nos dois, de saber da felicidade que me foi conhece-lo naquela
noite agradável, de saber do teu sorriso, de saber do teu carinho, de saber que
estávamos construindo um mundo só nosso, apesar de estarmos distante, de saber
que essa distância não matou nossa querência de querer um ao outro, e, assim,
posso proclamar a minha felicidade em tê-lo, mesmo que distante, ao meu lado.
É
isso... ou, não é?
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