Cerco-me
de palavras, aliás sou preso por palavras cujo significado não seja aqueles que
elas são, mas pelos significados ocultos dos seus caracteres, e, nesses
significados encontro-me sempre ao teu lado. Sei que não me vê, mas talvez
sinta a minha presença num arrepio, num balançar de folhas ao sabor do vento,
ou por algum motivo inexplicado te aconteça algo estranho, e, nesse algo
estranho seja eu me permitindo que me note ao teu lado. Esquisito? Não há nada
de esquisito quanto se ama. Ridículo? Até pode ser, pois pessoas que amam
escrevem cartas e agem ridiculamente.
É
isso... ou, não é?
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