Então é isso. Isso o que? Bem a situação. Que situação? Caralho esse modo de escrever, essa maneira de imprimir palavras aleatória nessa tela de merda sem saber se leem ou não, sem saber que o que eu faço é o certo ou errado, sem saber se irão acreditar ou não no que escrevo, no que digo e no que não digo, essa bosta é apenas exercício literário, são pequenos esboços para, talvez, um conto, um poema, não é para levarem a sério o que lerem, sabia... Ih! Dormiu com a bunda descoberta, é? Vai lamber sabão e não me enche o saco. Ei, vamos com calma, ok, não tenho culpa da tua problemática aflitiva e afetiva e vitimista, sou apenas o seu inconsciente, o seu outro eu que quer apenas viver numa boa essa porra de vida, entendeu ó meu. Escuta, olha o que lhe digo:
—
Vamos tomar café, está bem?
—
Vamos, é melhor mesmo.
—
Tim tim.
É
isso... ou, não é?
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