Ah!
merda! As palavras se jogam no mar revolto e somem nas ondas vibratória das
paixões. Não corro atrás delas, já corri muito na tentativa de alcançá-las e
com elas embelezar meus textos, hoje não faço mais isso, se elas querem ser
fixadas aqui que venham até a mim, se não querem que fiquem onde estão e não me
enchem o saco. Sim, eu sei, tem momentos que fico com o olhar vidrado no vazio
a minha frente por faltas delas que na distância veem o meu dilema. Algumas ri
da minha quietude serena, mas não sabem que aprendi a me soltar, portanto hoje
ou amanhã elas estarão, contra a vontade ou não, satisfazendo o meu desejo.
Certo? Te amo.
É
isso...ou, não é?
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