...
a insônia me leva madrugada a dentro e fico três horas e sete minutos boiando
na imbecilidade do corpo ansioso não desejando impondo sem esperança quase
nenhuma de prosseguir na sucessão de fatos introspectivo nostálgico de um dia
expressar claramente o que sinto sem preconceito e esse sentir impulsivo
enclausurado na própria censura internalizada onde nada é seguro portanto olho
o nada como se o nada não fosse o tudo houvesse existido e puxo o botão de
foda-se para que a cortina caia revelando o segredo que há por trás no que no
entanto creio que ninguém entende o significado da cena e muito menos do porque
se estarei observando algo que para eles parece grotesco de uma sensibilidade
rudimentar e perdida de noção ao memo tempo as horas avançam para as cinco
horas da manhã obrigando-me a dormir...
É isso... ou, não é?
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