Por Carlos Eduardo Savasini Ferreira
Osvaldo Pastorelli
A luz fria
estampa na parede de tijolos cenas abstratas de um cotidiano barato. Passantes
na rua, transeuntes e clientes. Caras e bocas na mesa buscam na luz morna da
poesia a rima da vida em cada passo do verso. Falas, prosas poéticas e
discursos, diálogos na mesa. Conversas. Rolam idéias, assuntos diversos para
distrair as estrelas que sonham com as nebulosas de Netuno.
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