Mais uma vez me deixo envolver na vida por amá-la
demais e, peregrino, percorro todos os meandros da insana vivência que há entre
os edifícios humanos na vã esperança de alcançar o nirvana total.
Mais uma vez o ruído interpenetra na atmosfera do
silêncio como arma destruidora obrigando a um reconstruir incessante num labor
estafante cujo perigo não posso desprezar.
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