Em
1990, Caderno 1.24, escrevi que o escrever no ônibus era um método que estava
me fazendo bem terapeuticamente e me impedia de babar enquanto cochilo, e
hoje? É um método terapêutico? Apesar de não pegar ônibus até poderia ser, mas
não tenho mais escrito, e, o que me impelia a escrever naquela época já foi
resolvido, hoje não passo mais pelo o que passa em um mil novecentos e noventa,
hoje meus, vamos dizer, dilemas são outros, hoje o que me preocupa são três
coisas apenas, resolvidas essas três coisas posso me dizer que estarei no
paraíso e elas são: zumbido no ouvido, dores nas costas e esse amor engasgado
na garganta que me sufoca, me oprime, um amor mal resolvido, creio que da minha
parte somente. É isso.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Vazia.
Vazia. A minha mente está vazia.Vazia.Vazia.Tanta coisa as quais posso escrever e nada me vem à ...
-
na minha vida perdida no dia a dia. Palavras, uma a uma, proferidas no trespassar do infinito do meu ser em busca de mim mesmo. Caio ...
-
Isso foi o que então no momento não pude entender. Foi isso sem tirar e nem por, porque as coisas são porque devem ser ou porque fazemos ...
-
Para me conhecer além de me amar, é necessário que me ame como se ama o sol ou a lua, como se ama o infinito das fibras que envolvem o cós...
Nenhum comentário:
Postar um comentário