quinta-feira, 16 de julho de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.460(2020)


         
            Bom dia. Quarta amena, friorenta, pois acordei mais cedo, consegui levantar-me as seis e pouco, portanto a manhã cinzenta não promete sol, vamos ver. Mas, o que é o sonho? É uma projeção daquilo que queremos ser? É uma projeção do que aconteceu com você? Não sei, nunca procurei em saber o que me significa. As vezes sonho que perdi meus documentos, e me parece tão real que, sonolento, fico puto porque terei que tirar todos os documentos de novo, mas ao mesmo tempo suspiro aliviado por ter sido um sonho, aí viro para o lado e durmo de novo.
            Essa noite sonhei um sonho vivido, bem real, não quero perguntar se aconteceu ou não, pois vai que é real, então já viu. Sonhei que o Moro tinha se suicidado. Se jogado na linha do trem. Me vi em estações vazias, em filas enormes, ruas desertas, carros de polícia...
            Sou poeta, não sou militante político. 
            É isso... ou, não é?

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