quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Contos surrealistas 117

Não há perdão


Correu os dedos pela perna direita passando pela coxa até a virilha, depois, correu os dedos pela perna esquerda passando pela coxa até a virilha...

Foi quando ela gritou:

- Papai, o Nando quebrou a minha boneca.

Até hoje, aos setenta anos, ainda lembra-se da tremenda surra que levou.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Vazia.

                                            Vazia. A minha mente está vazia.Vazia.Vazia.Tanta coisa as quais posso escrever e nada me vem à ...