Bom dia. Segunda feira. manhã de sol. Dez e cinquenta e
um. Fazer o que novamente? O que foi feito ontem? Nada de nada. Nem escrever,
nem ler, nem meditar, nem... nem... Esses dias estão me deixando num continuum
movimento parado. Penso em fazer algo e aí vem aquela frase que se tornou
frequente:
— Não preciso fazer agora, nesse instante, tenho bastante
tempo para fazer, então deixemos para amanhã.
E nesse deixar para amanhã o nada invade e caio na
leseira de não fazer o que quero ou que deveria ser feito. Merda.
É isso... ou, não é?
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