Viajo
parado nas águas da imensidão musical. Sigo a canção sem ritmo, não posso ficar
parado, tenho que fazer acontecer, quem faz a hora não espera o acontecer.
Surfo nas ondas da consciência divina que permeia tudo e retiro do nada a
emoção e em algum lugar pousarei o corpo nos braços do amor que me acalentará
por toda a eternidade.
É
isso... ou, não é?
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