A
escuridão da noite aos poucos vai sendo tomado pela claridade da manhã.
Cinzenta sacode a porta da sala anunciando chuva nos volteios do vento. Vento
que balança as folhas das plantas e num tilintar estremece os longos pinos do
mensageiro de vento.
Retiro
um fio de cabelo enroscado nos meus dedos.
Nesses
momentos tem-se a impressão de que a distância entre as pessoas aumentaram.
É
isso... ou, não é?
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