terça-feira, 6 de outubro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.517(2020)

       

            A escuridão da noite aos poucos vai sendo tomado pela claridade da manhã. Cinzenta sacode a porta da sala anunciando chuva nos volteios do vento. Vento que balança as folhas das plantas e num tilintar estremece os longos pinos do mensageiro de vento.

            Retiro um fio de cabelo enroscado nos meus dedos.

            Nesses momentos tem-se a impressão de que a distância entre as pessoas aumentaram.

            É isso... ou, não é?

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Vazia.

                                            Vazia. A minha mente está vazia.Vazia.Vazia.Tanta coisa as quais posso escrever e nada me vem à ...