Manhã de sete de
janeiro de dois mil e vinte e um.
Mais um dia de
recomeço.
Mais um dia de alegria.
Mais um dia em que o
apreço
Não é um preço de
mercadoria
Mas sim um fato que no
dia a dia
Nos leva sempre adiante
Querendo ou não
seguimos
Com o poder confiante
Nos corpos que
desfilamos
Na grande passarela
Que é a vida, a nossa
vida
Que merda, isso é poema
Isso é poesia
Talvez seja
Talvez não seja
Bosta...
É isso... ou, não é?
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