Manhã de seis de Janeiro de dois mil e vinte e um.
Manhã tão bonita manhã... Que merda! Barulhos
concretizam o dia, concretizam vidas que se movimentam para uma finalidade
necessária ou apenas para viverem uma vida apenas de vulgaridade consumista e
concreta. Vidas que se apagam e nada mais... Vidas vegetativas ou vidas
produtivas? Sei lá... É isso... ou, não é?
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