segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 7.604(2020)

                                 A temperatura caiu. Está frio, não muito, o ar parado, silencio, tudo quieto, as vezes um carro, buzina, acho que o mundo parou. Bem, o que faremos hoje. Olha não sei, somente sei de uma coisa. Qual? Vamos fazer o que fizemos ontem. E o que fizemos ontem? Vivemos, preenchemos o espaço que nos é reservado para compor nosso papel nesse imenso teatro as vezes chato, as vezes mórbido, mas sempre necessário, principalmente se nos engajarmos no script da alegria, do positivo, entende. Sim, entendo, mas nem sempre é possível ter nas vinte e quatro horas a alegria, não é. É, mas precisamos da alegria assim como precisamos do ar, dos alimentos, da água, da terra e, quem sabe, até do fogo, não o fogo na concepção da palavra, e sim, do fogo que nos queima por dentro no incentivando a continuar, a mudar um pé depois do outro fazendo palpitar o coração com novas iniciativas ou, mesmo, alimentando as antigas.

É isso... ou, não é?

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