domingo, 3 de janeiro de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 7.603(2020)

                                 Fale uma palavra. Falar uma palavra? É uma apenas. Não posso falar uma palavra. Por que não? Por que eu sou o teu eu e ao dizer ou somente em pensar numa palavra já te influenciarei àquela palavra, entende? Sim, acho que entendo, no entanto, preciso de estímulo para escrever. Primeiramente o que acho importante é você não se policiar tanto como vem fazendo, se solta, receba a consciência das palavras, até mesmo, a consciência das letras e escreva sem pudor e sem se envergonhar do que escreve, compreende? Sim, compreendo, para isso terei que não dar ouvidos a você destruindo o ego e compartilhar com o todo para fazer com que a centelha divina fique cada vez mais forte. Isso mesmo, estou com você. O pior é que sempre estará comigo, não conseguirei me livrar de você, meu “eu” querido. Porra, não é que é verdade mesmo, bom como vamos fazer então? Sinceridade? Sim, sempre. Não sei, merda.

É isso... ou, não é?

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