A
mensagem foi:
“Se
tivéssemos um encontro casual, onde gostaria que fosse?”
Teve
resposta? Não. Agora você tem a prova, não é? não sei se posso considerar como
prova. E por que não? Talvez você tenha razão. Ele leu a mensagem, não foi?
Bom, tudo comprova que sim. Então desencana, esquece e bola para frente. Certo,
mas ainda vou fazer mais uma tentativa. Qual é? Vou ligar cumprimentando por
seu aniversário. Você não desiste, não é, bom o problema é seu. Claro que é
meu. Não vou dizer mais nada, ficarei quieto. Como não vai dizer nada, tem que
dizer, me aconselhar, afinal você está aí, para isso, senão para que ter um
subconsciente que não ajuda o consciente, hein me diga... está ouvindo... seu
puto... estou falando com você... merda!
É
isso... ou, não é?
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