Não
estou aqui onde deveria estar. Estou num lugar ermo e me arrependo em estar
onde deveria de estar. Que merda! Bebi uma garrafa de vodca da mais barata.
Putz! Isso me deixa à mercê dos fatos que gostaria que fosse agora. Grito,
pergunto sem ouvir respostas: onde esta que não te vejo.
No
fundo da garrafa vazia sentiu a solidão de se estar no agora aqui e se impôs a
ficar mudo na quietude das palavras não ditas. E no silencio da vida se
entregou embebido pela saudade de estar onde queria estar, mas não sabia se
esse estar onde deveria estar, era ou seria de agrado de você que está onde
quer estar. Merda! Tudo é um atropelo de sentimentos fatos embriagados pelo
desejo da tua carne na minha se entregando numa volúpia de prazer e satisfação
que não se pode definir como real. Merda! Morrerei ou quem sabe já estou morto
e não sei. Morrerei quantas vezes necessário for para te encontrar sempre onde
estivermos. Te amo, seu puto.
É
isso... ou, não é?
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