Sabe o que tem que fazer todos os dias e ele
faz sem reclamar. E com tal pensamento começa a escrever, melhor dizendo,
anotar em caracteres miúdos o que sabe e o que deve fazer. Saber é o que faz ir
adiante, nunca regredir, retroceder, o que o faz entrar em ebulição a alma
congestionada provocando-o a se movimentar. Cada pequeno movimento torna-se
doloroso, congestiona todo o sentir numa atitude arrogante, fatigante. Sabe
disso levando-o ao extremo de si numa ascendência irreal de sentimentos
sucessivos as vezes preocupantes, absurdas ou inúteis em que, como figurinhas,
cola na memória da alma. É um processo pouco criativo, mas lhe dá prazer
egoísta selecionando-os economicamente a fim de se fortalecer.
É
isso... ou, não é?
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