Mesmo que o sorrir avança para o amor, o desamor nunca busca o sorrir. No entanto a esperança vence no cansaço de se encontrar o amor onde nunca se imagina que esteja. O amor realmente existe? Pergunta o incrédulo. Responde o crédulo: claro que não existe, pois se existisse não haveria tanto desgraça no mundo.
E o dia continua na sua vertiginosa intensidade louca de ser mais um dia apenas. Só a música poderá abrandar a intensidade ser e não ser ao mesmo tempo em que se vive no parapeito do abismo.
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