Diversas palavras ele jogou no monitor que respondeu com caracteres
incompreensíveis. As palavras se amontoaram uma ao lado da outra proporcionando
um entendimento razoável, só que não era o que o ele queria transmitir. Assim
ficou mais um amontoado de ideias que se quebraram ao serem lidas. O leitor,
como sempre desconfiado, viu desproporção entre uma letra e outra, fazendo-o se
sentir cada vez mais embaraçado. Por mais que o leitor lesse, duas, três ou
quatro vezes, não conseguia ir adiante, não conseguia entender o que seus olhos
frios e límpidos, liam. Por motivos nada relevantes, talvez pelo ambiente, por
ter ojeriza à leitura causada ainda na sua formação intelectual ou, mesmo por
não estar acostumada com a literatura dos gênios, principalmente do seu país,
apenas com leitura televisiva, pouco se importava em se esclarecer, em se
aprofundar nos conhecimentos literários. Assim sendo, abriu o e-mail, já nas
primeiras linhas percebeu a burrice enclausurado nele, logo em seguida acionou
o curso em cima da palavra Deletar no menu e clicou.
Assim
foi para a Lixeira o que não lhe interessava.
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