Raízes me envolvem de essência onde a vida presente no dia-a-dia caótico
me diz: somos um poema.
Sobre tua pele cataliso a superfície do prazer, cujo animal violento
quer
apenas um abrigo a saciar os desejos alimentos.
Escreve-se, assim, a poesia despida de refúgio e de palavras nuas
envolvidas no idioma da arte refletida nos símbolos dos corpos.
Nada é por hábito, tudo são prazeres de versos enrolando-se em
trepadeiras
de sentimentos onde, a poesia, se fixa nas raízes que nos envolvem numa
única essência: viver o presente eternamente.
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