quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

Meus dedos famintos

  passeiam sobre teu corpo de amor enfurecido

Meus olhos lambem a ferida do teu nome que clama o meu

Meus lábios contornam a loucura da tua pele eriçada ao toque do meu sangue intumescido

Minhas mãos se fecham ao sabor dos teus mamilos adormecidos

Meu sexo cruza com o seu num espasmo ensandecido de prazer incurável

Minhas pernas enlaçam teu corpo num abraço desesperado querendo sentir minha alma dentro da tua

 

Somos pedaços que se decompõem em nacos de gestos suicidas.

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