Dia nove de maio de dois mil e sete, sete horas e quarenta e cinco
minutos, de uma quarta-feira de garoa, temperatura baixa, mesmo assim a
condução não estava ruim, lotada vamos dizer metrô funcionando com velocidade
reduzida, não que os altos falantes anunciavam, e sim, porque percebi, não
consigo chegar mais cedo e, olhe que tenho saído de casa no mesmo horário, seis
horas e vinte minutos, chegava sempre na estação Penha do metrô, vinte para as
oitos ou vinte e cinco, pegava o primeiro metrô, descia na Sé dez para sete ou
às vezes quinze para a sete, quando muito ou mais, estava na Paulista sete
quinze ou sete vinte, agora não, sete horas ainda estou na Sé, nesses últimos
meses, sete e dez ou mais, não sei por que, aumentou o fluxo de passageiros e o
bendito do metrô não está agüentando mais, talvez seja isso, afora os
descontentes funcionários querendo pressionar, fazem operação tartaruga.
O Papa Pop Podre vem aí, vem fazer o
que aqui, atrapalhar nossa vida já atrapalhada pelo atrapalhado palhaço do
presidente e seus asseclas, só espero que ele venha e saí daqui sem maiores
conseqüências, pois vá que algum maluco resolva dar um fim ou, tentar dar um
fim no dito cujo, agora veja só, o atrapalhado palhaço é quem vem ao Papa e não
é o Papa que vai até ele, como é que pode um presidente desses se rebaixar a um
dignitário que vem nos visitar, aposto que se fosse para o palhaço mor dos
Estados Unidos, o Papa é que iria à Casa Branca e não o presidente ir ao Papa,
entende, bom apesar do povão imbecil, molóide, pacato, que aceita tudo, que só
liga para o bbb idiota, só pensa em futebol, creio que nada acontecerá ao papa
pop podre que vem encher o saco.
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