Com a vinda do papa que não é pop, mas que é podre de
rico, houve uma confluência de turistas, tanto de outros países adjacentes como
turistas de outros estados e, com isso quem sofre são os pobres coitados que
precisam tomar o metrô para as suas obrigações trabalhistas de sobrevivências.
Hoje o metrô estava terrível, para lá de terrível,
insuportável. Na estação da Penha até que tomei fácil, mas ao chegar à Sé, vice
Nossa Senhora dos Paridos, aquilo estava abarrotado de gente, as escadas
rolantes foram desligadas, só consegui pegar o quinto trem e, assim mesmo, não
peguei, fui é empurrado e, por mal dos pecados, ao chegar na estação Vergueiro
uma das portas do meio não abriam, ficou emperrada, para descer no Paraíso foi
aquele, empurra daqui, empurra dali, segura a porta gritavam, até que todos saíram.
A plataforma
da estação Paraíso estava vazia, mas depois de dois trens que vieram da Sé,
aquilo ficou apinhada. Quando chegou o trem foi à mesma coisa, um empurra lá,
um empurra aqui. E, por desgraça ou quer que seja ao chegar à Consolação à
maldita porta do meio não abria. Ah! Aí foi àquelas exclamações, gritos de
segura a porta, novamente empurra lá, empurra dali, vozes desesperadas com medo
de não saírem e se atrasarem mais.
Eu que saí de casa como de costume, às seis horas e
quinze minutos, cheguei no serviço as oito horas e dez minutos.
Será?
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