Um poema lindo desliza no asfalto
quente nesta tarde de março na Barra Funda.
Poema escrito pelos passos de
pedestres das mais variadas condições físicas e socialmente falando.
Pessoas indo e vindo, conscientes
da vida e atitudes que levam ou que, por algum motivo, são obrigadas a terem
atitudes nem sempre condizentes com a vida que levam, mas nem por isso deixam
de serem bonitas.
Algumas já têm seu caminho
traçado e seguem como se estivessem encontrado a felicidade, outras traçam o
seu caminho com orgulho e coragem e sem preconceito.
E eu? Que caminho traçarei ou já
tenho o meu traçado e nem sei qual é ele...
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