Há uma serie de vai e vem do
pensamento que me induz escrever apenas porque devo colocar algo nesta telinha
hipnótica e que mais uma vez o meu gosto ou minha aptidão em escrever confirma
assim o meu dom de escritor.
Mas será que sou mesmo um
escritor ou apenas um farsante que sabe digitar símbolos gráficos que se
transformam em palavras onde o leitor poderá saber um pouco mais de mim ou das
minhas ideias ou quem sabe possa essas ideias e palavras bater com o que ele, o
leitor, esteja sentindo no momento da leitura?
Às vezes há uma concordância e o
feedback é instantâneo e outras o feedback não existe ou se existe o leitor
guarda egoisticamente as ideias e palavras frustrando-me no prazer de mais uma
vez ter a confirmação de que estou no caminho acertado.
Porém, não se deve levar ao pé da
letra, quer dizer, devo saber trabalhar com isso, com esse vai e vem, tanto do
pensamento como o feedback e acreditar no meu potencial, se ele realmente for
verdadeiro.
Já tive mostras positivas e
gratificantes de leitores confessando abertamente sua paixão pela minha
escrita, leitores que se reconheceram ao lerem o Diário De Um Sentir e,
principalmente pelas minhas prosas poéticas.
A esses leitores fico-lhes
eternamente grato por acreditar no que tenho a dizer e ao mesmo tempo, por me
incentivarem a escrever sempre e nunca parar.
Enquanto meus dedos não se
mobilizarem por reumatismo ou por outra coisa qualquer, e enquanto minha mente
for ativa, prometo, mesmo sendo porcaria ou algo agradável, vou sempre
escrever, vou sempre transmitir em prosa poética, ou em crônica, ou em poesia,
ou mesmo em desabafo as minhas ideias, o meu sentir a vida e o mundo que me
rodeia.
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