quarta-feira, 26 de março de 2025

O poema escorre saliva

 

Na noite fedida

De um sábado qualquer

 

Um animal febril

Escorre no ralo

Um poeta aos pranto

 

Chora a poesia escorrida

Que pelo ralo foi embora

E agora e agora

 

12.11.05

Pastorelli/ Donny/ Bittar

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