terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.431(2020)


Ando seriamente preocupado. Estou em estado de alucinação ou, melhor dizendo, estou tendo alucinação. Outro dia ao virar a cabeça para direita levei um tremendo susto ao sentir sua presença ao meu lado que me levou a exclamar:
- Filho da puta, vá assustar tua mãe.
Que eu saiba você ainda não morreu e eu moro sozinho. O susto foi tão grande que o celular que estava na minha mão caiu em cima da mesa de vidro. Me vi tremendo até. Outro dia, sem perceber comecei a escrever a letra inicial do teu nome com caroços de azeitona e, pensei:
- Vou comprar macarrão de letrinha, faço uma sopa e escrevo a letra do teu nome e fotografo e envio a você.
Comecei a rir que nem bobo no meio da cozinha. Isso não é nada. O pior é que fico dialogando mentalmente com você e, paranoicamente você me responde. Crio cenas surreais onde somos os personagens principais. É o fim da picada. Não é não?

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