... cá estava
pensando, quer dizer, ainda estou pensando, realmente depois que deixei o
espaço Niss é que comecei a pensar, se é que o pensamento tem começo, meio e
fim, não, não tem, ele é um continuo fio condutor que não para nenhuma vez, não
se consegue ficar sem pensar, talvez se consiga, eu não consigo, preciso
aprender muito para conseguir tal façanha, mas voltemos ao que estava pensando,
quer dizer ainda não disse, portanto direi agora, quando Adriana iniciou a
atividade de cada um escrever o que sentia negativamente, descobri que não sei
definir o que sinto, precisamente naquele momento não estava sentindo nada,
quer dizer, não me passou pela mente sentir tudo aquilo que foi escrito,
pensado e falado, ciúmes, inveja, orgulho, egoísmo, apesar que já fui muito
vezes chamado de egoísta, raiva, ódio, falta de confiança, esse tenho um pouco,
não sei porque não mencionei, sei sim, foi o acanhamento que me impediu, humildade,
isso sei que tenho, acho até que muito, creio que não devemos ser humildes
demasiado, aliás, não devemos ser nada em demasia, devemos ter um equilíbrio em
tudo, as vezes, em certos momentos devemos pender um pouco para o lado
negativo, para que as pessoas saibam que
não somos idiotas a ponto de sermos enganados, era o que pensava antes de
encontrar o mundo quântico, agora tenho a certeza de que não devemos sentir
nada, principalmente negatividade, e, engraçado, na troca dos sentimentos, isto
é, oferecer a pessoa ao lado o orgulho recebo humildade, e nessas de oferecer e
receber, recebi cinco vezes a humildade e, no termino da atividade acabei
ficando com a humildade, depois de um mês ressonante, vejo que há muitos
paradigmas incrustados nesse monte de carne, nervos, ossos, pele, moléculas,
órgãos, veias, músculos e tudo o mais, principalmente se a mente que não para,
há alguma maneira de fazer ela parar, não sei, começar a lembrar dos ditos
maternos, “dinheiro é sujo, passa por diversas mãos” , “ antes pouco do
que nada”, “ antes só do que mal
acompanhado”, e outros que no momento não me vem à mente...
... com referência a
Akira, bela animação japonesa, fanático por cinema como sou, quer dizer, hoje
não sou tanto como antigamente, lia de tudo sobre cinema, critica, fofocas,
noticias, quase tudo que sai na mídia, principalmente na jornalística, e na
Folha de São Paulo tinha bons críticos de cinema, e na época Akira foi um
estardalhaço, tanto no sentido técnico de animação como de trilha sonora, e
realmente a animação é uma obra prima em todos os níveis, não lembro se na tv
ou no cinema qual dos dois vi primeiro, sei que comprei o dvd e baixei a trilha
sonora, o diretor quis que a trilha fosse composta por um grupo
experimentalista em tecnologia e música eletrônica, cujo nome é a primeira
letra de cada um dos componentes do grupo, não sei de quantas pessoas, para
mim, leigo do mundo quântico, não supunha uma ligação do mangá com o universo
quântico, coisa que tão bem o Eldy na sua simplicidade magnificamente expôs e,
no trecho que ele apresentou, mesmo sabendo que a espada não iria cortar o
braço do herói, fiquei na expectativa de que seria decepado, foi um momento
digno de suspense, e aqui parabenizo o palestrante e escritor pelas explanações
revelando para nós o mundo anime e mangá dentro da mecânica quântica,
principalmente Akira, fiquei abismado por sua percepção em, não sei se posso
dizer descoberta dessa ligação, só mesmo uma pessoa intelectual e amante dos
animes e mangá e da mecânica quântica consegue tal façanha e que deixou,
principalmente para mim, com vontade de ver os animes e mangás que o levou a
escrever o livro, parabéns Eldy...
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