Devaneio surrealista
Deitado na cama me vejo no berço da humanidade, onde o
individuo deixa de ser individuo para se tornar pó na multidão de desvalidos.
Arregaço as mangas e jogo o caroço no lixo das memórias abortadas pelo egoísmo
de ser somente ser e nada mais. Carrego a estrutura evitando a queda do
alicerce da história e assim, fixar a minha história na história de alguém.
desenho: pastorelli.

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