quarta-feira, 8 de julho de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.456(2020)


      
            Bom dia. Devo começar com um bom dia? Já são treze horas e oito minutos de um dia ainda frio, barulhento, cachorros latindo, vozes, palmas, gritos, mas que agora parece que se normalizou. Mais um dia, mais uma sexta, dia perdido, pois acordei mais de dez horas, tomei café e não sei a que horas almoçarei. E daí, o importante é que agradeço por estar aqui em frente ao pc escrevendo, pondo minhas ideias loucas nesta telinha hipnótica.
            Palavras são palavras carregadas de emoção, de sentimentos que nada traduz, que nada diz ou possa dizer de quem as escreve. Mas são palavras que devem ser ditas, não podem ser guardadas senão um dia que menos se espere elas explodem dizem o que não se devia dizer. Isso é perigoso, pior que uma bomba atômica, pois sua devastação não será física, mas sim, emocional e a destruição da alma, da confiança, do amor, principalmente do amor, será eternamente destruída, não se terá mais a confiabilidade que se tinha. Palavras são meras palavras idiotas, estúpidas se não forem ditas.
            É isso... ou, não é?

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