Bom
dia.
Silencio
de frio, de temperatura baixa que congela até os ossos da imaginação. Dedos
enregelados teclam na eminência das palavras certas ou, das palavras corretas.
Estas impregnadas de símbolos se caracterizam de soberbas sarcásticas por não
serem as desejadas. Mesmo assim, imprimem seus átomos de consciência elevada na
probabilidade de colapsar a onda da existência. Será que serão compreendidas?
Será que serão aceitas? Tudo são conjeturas de uma mente que se propõem em
expandir o colapso da matéria onda da própria existência.
É
isso... ou, não é?
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