quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.480(2020)

 

  

            Bom dia.

            Silencio de frio, de temperatura baixa que congela até os ossos da imaginação. Dedos enregelados teclam na eminência das palavras certas ou, das palavras corretas. Estas impregnadas de símbolos se caracterizam de soberbas sarcásticas por não serem as desejadas. Mesmo assim, imprimem seus átomos de consciência elevada na probabilidade de colapsar a onda da existência. Será que serão compreendidas? Será que serão aceitas? Tudo são conjeturas de uma mente que se propõem em expandir o colapso da matéria onda da própria existência.

            É isso... ou, não é?

 

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