domingo, 13 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.494(2020)

         

            Sinto-me perdido. Não há como me salvar. Aliás, há um modo como me salvar, depende somente de mim. E quero ou melhor, preciso me salvar? Ou devo continuar-me perdido? Nesse meandro de fios invisíveis que não sei controlá-los a inercia irrompe assustadoramente. Não posso permitir-me a fraqueza. Se ao menos você me ouvisse... não vou forçar a fazer o que não quer, não sou de pressionar, se quer fazer que faça, se não quer não faça. Acho melhor tomar um café, fritar um ovo e tocar o barco se não ele afunda.

            É isso... ou, não é?

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