Sinto-me
perdido. Não há como me salvar. Aliás, há um modo como me salvar, depende
somente de mim. E quero ou melhor, preciso me salvar? Ou devo continuar-me
perdido? Nesse meandro de fios invisíveis que não sei controlá-los a inercia
irrompe assustadoramente. Não posso permitir-me a fraqueza. Se ao menos você me
ouvisse... não vou forçar a fazer o que não quer, não sou de pressionar, se
quer fazer que faça, se não quer não faça. Acho melhor tomar um café, fritar um
ovo e tocar o barco se não ele afunda.
É
isso... ou, não é?
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