Minha
colheita nesses tempos de vírus é fraca, não consigo encher nem uma caneca ou
um copo. Não há como encher o paiol de boas palavras que com conteúdo possam
codificar os anseios e incertezas a corroer o âmago. Definha a carne ao peso do
movimento do tempo. Embrutece o olhar no longínquo horizonte numa espera
inútil. Ele não vem e não virá, mesmo se espera, sempre surge uma pequena luz
de esperança.
É
isso... ou, não é?
Nenhum comentário:
Postar um comentário