quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.498(2020)

       

            Minha colheita nesses tempos de vírus é fraca, não consigo encher nem uma caneca ou um copo. Não há como encher o paiol de boas palavras que com conteúdo possam codificar os anseios e incertezas a corroer o âmago. Definha a carne ao peso do movimento do tempo. Embrutece o olhar no longínquo horizonte numa espera inútil. Ele não vem e não virá, mesmo se espera, sempre surge uma pequena luz de esperança.

            É isso... ou, não é?

 

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