O
amor, ah! amor, onde estás que não responde? Onde se esconde essa força que
move as pessoas, que as leva a praticar absurdas atitudes, que feito asno
perdido no pasto, gesticula atarantado parecendo palhaço em picadeiro. Amor,
você existe? Faz parte da minha vida? És a água que me mata a sede? És o
alimento que mata a fome? És o ar que respiro? Não, não é, e assim mesmo vivo
ou, melhor dizendo, sobrevivo como naufrago agarrado ao objeto de madeira para
não afogar.
É
isso... ou, não é?
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