Frio,
frio, frio, frio que merda! Oh! Casa fria do caralho... bem, mais um dia em que
meus dedos se movimentam nessas teclas pretas e transmite para esta porra de
tela meus pensamentos. Pois é, pensamentos que se transforma em escrita
legível. Para que? Pergunta o meu eu abelhudo que não sabe ficar quieto e, sou
obrigado a responder. Quem for ler saberá o que se passou comigo neste dia e
não me pergunte mais nada, quieto seu abelhudo. Não, não por favor, não vou
mais te responder, eu sei, deveria escrever sobre o que me dói, no entanto hoje
não quero. Devo manter-me um pouco a distância para que a mente se centralize
no equilíbrio de nós dois onde a vida não é nada, onde a paz de viver nos
aconchegue neste puto frio.
É isso... ou, não é?
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