Pronto,
e agora o que você vai fazer? Foi o que perguntou o meu eu que vinha esses dias
sorumbático. Olhei para mim mesmo sem preocupação, livre da espontaneidade da
angústia e, num gesto vagaroso comecei a digitar essas palavras. Não gostei,
palavras tortas, medíocres, surgindo na mente sem preocupação de serem apenas
palavras e, não palavras com ação, com conteúdo cujos caracteres colocadas uma
ao lado da outra possa proporcionar prazer ao leitor e fazê-lo ler por um
determinado tempo agradável sem que tenha um bocejo e o obrigue a interromper a
leitura. Tenho os olhos marejados por bocejar, vou passar água no rosto.
É
isso... ou, não é?
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