Crença.
Quando o
Uber fez a curva no viaduto uma onda de nostalgia queimou meu peito e uma
explosão de saudade inundou meus olhos de alegria. Pensei:
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Porra! Não vou te esquecer jamais.
E naquele
momento fui cada luz que dos prédios iluminava a noite, e naquele momento fui
cada carro que veloz cruzávamos na busca ou fuga de alguma coisa sem sabermos o
motivo, e naquele momento fui a felicidade de nós dois mesmo separados, e
naquele momento fui a certeza da minha vida ligada a sua nos confins do
destino, e naquele momento fui a lágrima que enxuguei e acreditei mais uma vez
no nosso amor.
É isso...
ou, não é?
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