Não sou mais o que eu era.
Não sou o
silencio da vida e muito menos da alma
Não sou o
que sou nesse dia vinte e sete de dezembro
A
ansiedade natalina passou na rapidez dos festejos
Dos
abraços virtuais e no brindar do champanhe em copos descartáveis
Vou
caminhando para o findar de dois mil e vinte no silencio dessa manhã de domingo
Uma vez
ou outra um som corta a manhã sem o sol para esquentá-la
Acho que
devo é ligar o som e dançar no meio da sala que ganho muito mais, viu...
É isso...
ou, não é?
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