quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 7.614(2020)

                                         Não sou mais o que eu era.

 

Não sou o silencio da vida e muito menos da alma

Não sou o que sou nesse dia vinte e sete de dezembro

A ansiedade natalina passou na rapidez dos festejos

Dos abraços virtuais e no brindar do champanhe em copos descartáveis

Vou caminhando para o findar de dois mil e vinte no silencio dessa manhã de domingo

Uma vez ou outra um som corta a manhã sem o sol para esquentá-la

Acho que devo é ligar o som e dançar no meio da sala que ganho muito mais, viu...

É isso... ou, não é?

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