sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.631(2021)

 

            Domingo pé de cachimbo. Domingo que não se faz nada e tudo se faz para o bem da prosperidade, família e tradição. Dia de almoço diferente, talvez um nhoque, macarrão com frango ou, uma ida ao restaurante, mesmo com a pandemia. Ah! vamos de máscara, nos cuidamos. Sim, nos cuidamos de máscaras, passamos álcool gel toda hora nas mãos e esquecemos da alma que necessitada muita mais de álcool gel do que as mãos. Assim caminha a humanidade individualista, egoísta e consumista. Humanidade que parte para ser controlada, melhor dizendo, já é controlada só que ela não sabe, e aos poucos está descobrindo que é controlada até que um dia será totalmente escrava. E ninguém faz nada para que isso não aconteça. Para que? Não vou deixar meus costumes, meu arroz e feijão, minha picanha, meus sapatos, preciso comprar todos os dias um novo, meus vestidos, meu carro, meu isso e meu aquilo, meu filho necessitada de brinquedos novos, últimos lançamentos, um IPAD melhor, Iphone melhor, melhor isso melhor aquilo, ninguém sabe viver com o que tem, quer sempre mais e mais e nesse mais em mais será controlado totalmente.

            É isso... ou, não é?

 

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