quarta-feira, 17 de março de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.646(2021)

             Você acha que devo fazer o que? Olha não sei, desse jeito creio que não deveria ser. Por quê? Já viu alguém andar de mãos dadas quando as mãos estão separadas quase do corpo? Não aceitar isso para mim se revela de uma tremenda cafonice. Escuta, pode parecer, mas acontece que você se apega ao formalismo das palavras e não enxerga o que não quer ver. E o que eu não quero ver? Ao modernismo dos corpos cujo movimentos sexuais se sobressaiam desnudando a pessoa. Há o desnudamento apenas na mente cujo apelo sexual é forte. Entendo, no entanto isso é uma forma de se aparecer também que leva a excitamento e o excitamento pode causar pornografia publica, já pensou nessa possibilidade. Pensar não pensei, não percebo nisso perigo nenhum, além do que a pornografia sempre foi aceita nos dias hoje como algo inofensivo. Os psicanalistas não veem dessa maneira, para eles ocorre uma deformação mental, principalmente aos jovens. Você quando jovem também se serviu desse material e da masturbação e está aí belo e saudável. Verdade, eu trabalhei muito para me livrar de certos complexos, principalmente o sexual, de que ninguém me aceitaria sexualmente se soubessem da minha deformação abstrata e mental. Conheço a sua história, até entendo sua posição, e lhe dou os parabéns por vencer essa luta. Ok, está legal, não vamos mais falar dessas coisas, vamos tomar banho e sair de mãos dadas ou não. Você disse e eu assino em baixo, vamos querido.

            É isso... ou, não é?

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