terça-feira, 18 de maio de 2021

Contos surrealistas 62

                                 Futebol.

 

Sem mais e nem menos levou um cascudo no pé da orelha. Não viu quem foi. Desconfiou do moreno de barbicha. Prometeu, se lhe dessem outro pularia no pescoço de quem estivesse mais perto.

Dali a pouco, pimba, outro cascudo. Não teu tempo de ver quem era. Estava sendo chutado no campo verde de batalha.

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