É
necessário escrever. Interruptamente. Sem descanso. Sem parada se possível.
Rolar a ponta da caneta no papel áspero e regurgitar insanidades mil. Vomitar
sentimentos únicos, próprios e reais para sanar o que for no fundo do poço que
é a alma humana. Retirar a essência dolorosa e transformá-la na mais pura forma
de amor. E se jogar no mundo de aventura corporal e abstrata dos sonhos um dia
realizáveis. E flanar prazeres nos desconhecidos e conhecidos braços obscenos
de desejos desenfreados e arrebatadores. Flanar como pluma ao sabor do vento
suave da tarde, onde o sol pranteia a vida com seus raios luminosos, e se
recolher nos braços da noite. E numa embriagues patética cair na cama para
morrer mais uma noite.
É
isso... ou, não é?
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