terça-feira, 11 de maio de 2021

Contos surrealistas 65

                                 Arrelia.

 

- Como vai, como vai, como vai? Eu vou bem, muito bem... bem... bem.

- Era assim que vocês se cumprimentavam?

- Sim, era dessa maneira, e a gente ria, quer dizer a platéia ria feliz.

- Que coisa mais chata, pai – disse o menino apagando a imagem do alegre palhaço na televisão, substituindo por um palhaço de arma em punho matando quem aparecesse pela frente.

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