Desculpe-me
Os dias infindáveis de tédio
Furavam a pele descolorida
Levando-me às escondidas
Percorrer caminho sombrio
Não tinha luz, não tinha paz
E como não querendo nada
Tua presença foi-me revelada
E a alma sentiu-se apaziguada
Disse: agora tenho a felicidade
Não percorrei mais a cidade
Em busca de tolas companhias
Sou o cara mais feliz, dizia
Mas o que é bom logo acaba
Desculpe-me, se não estava
Em mim o que procurava
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