terça-feira, 20 de julho de 2021

Contos surrealistas 33

 

Desculpe-me

 

Os dias infindáveis de tédio

Furavam a pele descolorida

Levando-me às escondidas

Percorrer caminho sombrio

 

Não tinha luz, não tinha paz

E como não querendo nada

Tua presença foi-me revelada

E a alma sentiu-se apaziguada

 

Disse: agora tenho a felicidade

Não percorrei mais a cidade

Em busca de tolas companhias

 

Sou o cara mais feliz, dizia

Mas o que é bom logo acaba

Desculpe-me, se não estava

 

Em mim o que procurava

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Vazia.

                                            Vazia. A minha mente está vazia.Vazia.Vazia.Tanta coisa as quais posso escrever e nada me vem à ...